Casa Tropical Devassa promove quatro dias de programação cultural gratuita no Rio Vermelho

CULTURA

Música que move, movimenta e alimenta. A criatividade que transforma ritmos em batidas que só o Brasil tem. Sejam bem-vindos à Casa Tropical Devassa: uma ocupação de quatro dias (de 10 a 13 de fevereiro) no Lalá Casa de Arte, Rio Vermelho, o centro da boêmia soteropolitana. No comando de toda arte, a embaixadora e curadora Larissa Luz. No set list de convidados, nomes como Nara Couto e Nêssa. No bar, Devassa Puro Malte Tropical. Chegue junto pra pulsar com a Casa Tropical Devassa. 

A Casa Tropical Devassa é uma parceria entre a cerveja Devassa Puro Malte Tropical, Matilda.my e a Verizon Media, fundamentada no conceito “inspiração e criatividade através da música”. A escolha de Salvador para abrigar o projeto não é à toa: capital da Bahia, onde – dizem – não se nasce; estreia. A proposta é reunir nomes da nova cena musical e destacar toda a sonoridade e mistura de sons e ritmos da cidade, reconhecida “Capital da Música” pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). 

Na abertura, dia 10 (segunda-feira), Larissa Luz apresenta o show “Trovão”, seguido de discotecagem. Já na terça-feira (dia 11), a cantora Nara Couto reverencia a ancestralidade no show “Contipurânia”, com direito à participação de Larissa. Na quarta, a anfitriã abre as portas da Casa para um dos novos destaques da cena pop local: Nêssa, apostando na mistura de brega funk, pagode, funk melody e batidas 8-bit. 

“A Casa é um espaço de troca artística para uma aproximação com público. E o verão é um ótimo momento pra gente trocar ideias, expandir nossos horizontes e nos fortalecer enquanto potência, buscando uma unidade. Afinal, a cidade está cheia de pessoas de lugares diferentes, interessadas em interagir e conhecer a cena artística local”, pontuou Larissa Luz.

A Casa Tropical Devassa funcionará das 16 às 24hs, com acesso gratuito e destinada apenas à maiores de 18 anos. “Queremos que seja um lugar onde as pessoas possam ir pra viver a arte, conhecer os artistas e se conectar. E que seja bom pra Salvador também”, afirmou a sócia-diretora da Matilda.my e uma das idealizadoras do projeto, Carol Gavazzi. “Queremos ser reconhecidos como um espaço de oportunidades e que as pessoas venham viver esse movimento artístico e pensem: ‘Nossa, que massa! Vamos ampliar isso, movimentar a cena, conectar pessoas'”, enfatizou.